Thursday, March 12, 2026

ENGLISH, memories, feelings

ENGLISH FOR BEGINNERS
Memories are more than just memories…



Memories carry more than what they seem. Ou, em uma tradução poética em português, “as memórias guardam mais do que deixam transparecer.” Aprender um idioma envolve aspectos relativos à memória, à afetividade e à aprendizagem, a partir de experiências pessoais, coletivas e individuais.
No vídeo abaixo, em English for Beginners (Inglês para Principiantes) – uma bela mensagem de Natal – vemos como um senhor idoso, que vive sozinho com seu cachorro, dedica todos os seus esforços a aprender conceitos básicos de inglês. O vídeo foi produzido pela Allegro (allegro.pl), o maior marketplace e site de e-commerce da Polônia, funcionando de forma similar à Amazon ou ao Mercado Livre no Brasil. Fundado em 1999, oferece uma enorme variedade de produtos, desde eletrônicos até moda, com milhões de usuários ativos e entregas rápidas, sendo o principal destino de compras on-line no país.
Confira abaixo como as memórias e as emoções são fundamentais na hora de aprender um idioma.


Frases e expressões ditas pelo personagem principal do vídeo:
  • English for beginners
  • I am, you are, he/she/it is
  • Robert… I am… Hi!
  • Can you show me the way to the beach?
  • Towel… breakfast… fork… knife… bread!
  • I love you! You are perfect!
  • I’m gonna fucking kill you!
  • Hi, thank you!
  • Suitcase… sleepers… toothbrush… passport… pyjamas (pajamas)!
  • Be good, dog!
  • Hi, I am…
  • Hi, I’m your grandpa.

Wednesday, March 11, 2026

Learning a foreign language

TRÊS TÉCNICAS PARA APRENDER
IDIOMAS 7X MAIS RÁPIDO


Neste post, temos o texto escrito pelo professor Adir Ferreira sobre técnicas para aprender idiomas de forma mais rápida e eficaz. O uso da IA, o ato de “escrever à mão” e ler em voz alta são recursos que ajudam você a avançar em seus conhecimentos de Língua Inglesa ou qualquer outro idioma, além, claro, de submeter-se à imersão na língua estrangeira alvo, mesmo que seja com músicas, séries, podcasts e/ou com vídeos do YouTube ou de outras plataformas. São estratégias acessíveis para qualquer pessoa que queira aprender bem um idioma. Bons estudos! 😉

Feb. 22, 2026
Adir Ferreira


Hi there, tudo certinho por aí?
Bem-vindo e bem-vinda a mais um post aqui no Inglês do Adir. Hoje eu quero compartilhar com você, de forma direta, sem promessas vazias e sem teoria desconectada da realidade, três técnicas práticas para você finalmente alcançar fluência em qualquer idioma em 2026.
O foco aqui é um só: transformar a sua rotina real no principal motor do seu aprendizado. Muitos alunos vêm obtendo resultados muito consistentes com essas abordagens e você também pode chegar lá, desde que faça certinho o que eu vou te mostrar a partir de agora.
Nós vamos trabalhar sobre três pilares muito claros: inteligência artificial com engenharia de prompt, escrita à mão e leitura em voz alta. Essas três práticas formam aquilo que eu chamo de tríade do aprendizado eficaz. Are you ready? Let’s do this!

HOUSTON, WE HAVE A PROBLEM!*
Antes de entrar nas técnicas, você precisa entender algo que muda completamente a forma de enxergar o aprendizado de idiomas: aprender uma língua vai muito além de estudar a língua. Existe um conjunto de fatores invisíveis envolvidos, e o principal deles é compreender o que o cérebro precisa para decidir que aquela informação merece ser guardada e, mais importante ainda, usada.
A maioria dos cursos, escolas e plataformas entrega materiais prontos: aulas gravadas, livros de gramática, listas de exercícios, apostilas e PDFs. Isso até ajuda a reconhecer estruturas, ampliar vocabulário de forma superficial e entender algumas regras. O problema é que quase nunca isso se transfere para a vida real. É exatamente por isso que tanta gente trava depois de anos estudando, depois de vários cursos, várias plataformas e vários livros. O conhecimento fica preso na teoria e não atravessa para o comportamento.
Pensa comigo: quantas pessoas você conhece que estudaram inglês na escola, fizeram curso em escola de idiomas e mesmo assim travam numa conversa simples? Isso não é falta de inteligência nem de esforço. É falta de método funcional, é falta do mão-na-massa.
A virada acontece quando você inverte a lógica. Em vez de estudar a língua para depois tentar vivê-la, você começa vivendo nela e, a partir disso, aprofunda pronúncia, gramática, expressões e nuances culturais. Primeiro a vida. Depois os detalhes. É exatamente isso que essas três técnicas permitem.

TÉCNICA 1: ENGENHARIA DE PROMPT COM IA
A primeira técnica é usar a inteligência artificial de forma estratégica para personalizar totalmente o seu material de estudo. Para isso, eu recomendo especialmente o Gemini, que tem apresentado resultados mais consistentes nesse tipo de aplicação, mas ferramentas como ChatGPT, Claude e Perplexity também funcionam muito bem.
A proposta não é perguntar tradução de palavras nem pedir conjugação de verbos. A ideia é usar a IA para extrair vocabulário e estruturas diretamente da sua vida real, da sua rotina, do seu trabalho e dos seus interesses. Isso é curadoria contextual (falei difícil agora, hein!) e é exatamente aí que mora o verdadeiro ganho.
Você começa explicando para a IA quem você é, com o que trabalha, quais são seus hobbies, sua rotina, seus objetivos com o idioma e em que situações você pretende usar a língua. Quanto mais contexto, melhor. Depois, você pode usar um pedido-base como este:
“Com base no contexto que eu te passei, gere de 20 a 30 frases em [idioma] sobre o meu dia a dia, escritas da forma como os falantes nativos realmente falam, com linguagem natural. Destaque as palavras-chave e indique, se possível, o principal padrão gramatical de cada frase.”
Esse é o que eu chamo de prompt clássico. A partir dele, você ajusta tudo: nível, complexidade, área profissional e situação específica.
Um analista de sistemas que lida diariamente com equipes internacionais precisa de frases muito diferentes das de um social media, de um médico ou de um músico. As palavras relevantes mudam completamente. Por isso, personalização não é luxo… é necessidade.
Existe uma diferença brutal entre estudar uma lista genérica de vocabulário de aeroporto e estudar frases sobre as suas reuniões, suas ferramentas de trabalho, seus projetos e seus hobbies. No primeiro caso, o cérebro não vê utilidade imediata. No segundo, ele reconhece que aquilo já foi usado ontem e provavelmente será usado amanhã.
Além disso, você pode pedir à IA para criar roleplays completos: entrevistas de emprego, reuniões, conversas informais, atendimentos, viagens. Você define o cenário, a IA constrói o diálogo e você pratica antes de enfrentar a situação real.
Quando o cérebro percebe ligação direta entre o conteúdo e a sua realidade, o sistema de relevância é ativado. O hipocampo, responsável pela consolidação da memória, prioriza informações que possuem carga emocional e contexto. Conteúdo sem contexto é descartável. Conteúdo conectado à sua vida tende a permanecer.

TÉCNICA 2: ESCRITA À MÃO
A segunda técnica é escrever à mão as frases que você gerou com a IA. Em tempos de teclado e tela, isso parece antiquado, chato e cansativo, mas existe uma base neurocientífica muito sólida por trás dessa prática.
Quando escrevemos manualmente, você ativa o córtex motor primário, localizado no lobo frontal, responsável pelo controle do movimento. Esse envolvimento motor cria uma ligação mais profunda entre ação e informação. Quanto mais sistemas sensoriais participam do aprendizado, mais forte é a memória formada.
A sequência é simples: você gera as frases e, em seguida, escreve todas elas à mão. Pode ser no papel ou no tablet com caneta. O suporte é irrelevante. O que importa é o gesto físico.
Uma orientação essencial: escreva somente no idioma que está estudando. Sem tradução ao lado. A tradução funciona como muleta cognitiva. Sem ela, o cérebro é obrigado a criar associação direta entre palavra e conceito e esse esforço extra é justamente o que consolida a aprendizagem.
Quando você passa a escrever frases sobre a própria vida, algo muda. A língua deixa de ser um objeto distante e começa a fazer parte da sua identidade. Você escreve sobre pessoas que conhece, situações que vive e problemas que resolve. Isso cria vínculo emocional e o vínculo é um dos maiores aceleradores de retenção.
O cérebro descarta rapidamente o que não tem valor emocional. Mas preserva aquilo que carrega significado pessoal.
Mas e a revisão? A revisão ideal é simples: antes de dormir, releia calmamente as frases do dia. Sem reescrever, sem exercícios. Apenas leitura. Dez minutos são suficientes. O sono reparador participa diretamente da consolidação da memória, e revisar nesse momento potencializa o processo.

TÉCNICA 3: LEITURA EM VOZ ALTA
A terceira técnica fecha o ciclo: ler em voz alta as frases que você escreveu. Falar um idioma é, literalmente, um ato muscular. A posição da língua, a abertura da boca e o uso das cordas vocais variam de idioma para idioma. Sons do inglês, do alemão, do árabe ou do japonês exigem movimentos que você nunca treinou em português.
Esperar boa pronúncia sem treinar essa musculatura é como querer correr uma prova sem nunca ter caminhado. A leitura em voz alta funciona como um treino físico: desenvolve coordenação, ritmo, entonação e fluência.
Além da parte motora, a leitura em voz alta constrói repertório. Se você nunca treinou frases de entrevista, reuniões ou conversas informais, por que esperaria bom desempenho quando a situação real aparecer?
Funciona como no esporte: prática repetida cria repertório. Repertório gera confiança. Confiança sustenta performance.
Você pode intensificar essa etapa combinando com o chamado shadowing. Enquanto consome conteúdo no idioma (vídeos, séries ou podcasts), você repete em voz alta o que escuta, imitando ritmo, entonação e pausas. Quando esse treino é feito com frases que você mesmo gerou, o ganho é muito maior.

Aprender não é memorizar. Não é contar horas de estudo nem acumular palavras decoradas. Aprendizado real envolve mudança de comportamento. Uma experiência marcante muda a forma como você age. Da mesma maneira, se o idioma não está mudando a forma como você fala, pensa e interage no seu dia a dia, você ainda está apenas acumulando informação.
Aprender idiomas não é, no fundo, uma ciência linguística. É uma ciência do comportamento. É sobre reorganizar hábitos, integrar a língua à rotina e modificar gradualmente a maneira como você se relaciona com o mundo.
Essas três técnicas fazem exatamente isso: mudam o seu comportamento diante do idioma. Criam hábitos. E são os hábitos que constroem fluência no longo prazo.

RESUMINDO O PROCESSO COMPLETO
  • Passo 1 – Imersão: consuma conteúdo no idioma sobre temas que você já gosta. Séries, podcasts, vídeos no YouTube e músicas. O objetivo é criar familiaridade com sons, ritmo e cultura.
  • Passo 2 – Engenharia de prompt: descreva sua vida para a IA e gere frases personalizadas sobre sua rotina.
  • Passo 3 – Escrita à mão: escreva as frases somente no idioma estudado. Sem tradução. Revise brevemente à noite.
  • Passo 4 – Leitura em voz alta: leia as frases para treinar musculatura, entonação e repertório.
Esse ciclo funciona independentemente da idade, do nível ou do idioma.

Ficamos por aqui! Nos vemos em breve! See you next time! 😉

* "Houston, we've had a problem" foi uma frase icônica dita em 13 de abril de 1970 pelo astronauta Jack Swigert da Apollo 13 após a explosão de um tanque de oxigênio a caminho da Lua. A frase real foi "Okay, Houston, we've had a problem here", popularizada no filme Apollo 13, de 1995, para "Houston, we have a problem". Desde então, a frase "Houston, nós temos um problema" tornou-se popular, sendo usada para dar conta, informalmente, do surgimento de um problema imprevisto.

CLIQUE AQUI para escutar/baixar o áudio com a leitura do texto acima.

CLIQUE AQUI para saber mais sobre o autor ADIR FERREIRA.

Adaptado de: https://inglesdoadir.com.br/03-tecnicas-para-aprender-idiomas-7x-mais-rapido-com-audio/. Acesso em: 11 mar. 2026. Todos os direitos reservados. © 2026 Inglês do Adir.

Tuesday, March 10, 2026

Irregular verbs in ENGLISH

Verbos irregulares no INGLÊS: o que é isso?


Entenda o que são verbos irregulares na Língua Inglesa, veja exemplos comuns e aprenda como estudá-los de forma prática para falar com mais segurança.

06 mar. 2026


Quem está aprendendo Inglês, cedo ou tarde encontra uma dúvida muito comum: o que é verbo irregular? E por que uns mudam completamente no passado, enquanto outros parecem seguir uma regra simples?
A verdade é que entender o que eles são é importante para evoluir, principalmente para falar sobre o passado e se comunicar com mais segurança. Neste texto, você verá como eles funcionam e como aprender de um jeito mais fácil.

Quais as diferenças entre os dois tipos de verbo?

Verbos regulares
Seguem uma regra fixa para formar o passado simples (simple past) e o particípio passado (past participle): basta adicionar -ed ao final do verbo.
Exemplos:
  • work → worked
  • play → played
  • watch → watched

Verbos irregulares
Não seguem essa regra do -ed. Eles mudam de forma no passado e/ou no particípio passado, e por isso precisam ser aprendidos como vocabulário.
Exemplos:
  • buy → bought bought
  • eat → ate eaten
  • go → went gone
Ou seja: verbo irregular é aquele que não forma o passado com -ed e muda de forma de maneira própria.

Por que existem verbos irregulares?
Essa é uma pergunta comum e faz sentido. Afinal, por que na Língua Inglesa não é tudo padronizado?
A explicação está na história do idioma. Muitos verbos irregulares vêm de formas antigas do Inglês e foram mantidos ao longo do tempo porque são muito usados no dia a dia.
Por isso, você vai perceber que os verbos irregulares mais famosos (como go, have, do, say e make) também são os mais frequentes em conversas.

Como identificar um verbo irregular?
A forma mais segura de identificar é simples: se o verbo não recebe -ed no passado, ele é irregular.
Exemplos práticos
  • I work every day. (Eu trabalho todos os dias.)
  • I worked yesterday. (Eu trabalhei ontem.) → regular
Agora veja um irregular:
  • I go to school every day. (Eu vou para a escola todos os dias.)
  • I went yesterday. (Eu fui ontem.) → irregular
Não existe uma regra fixa para prever essas mudanças, por isso o ideal é aprender aos poucos, com prática e repetição.

Lista de verbos irregulares mais usados
Uma boa forma de começar é focar nos mais comuns, que aparecem em praticamente qualquer conversa.
Aqui vão alguns exemplos essenciais:
  • be → was/were been (ser/estar)
  • come → came come (vir)
  • do → did done (fazer)
  • get → got gotten/got (pegar/conseguir)
  • give → gave given (dar)
  • go → went gone (ir)
  • have → had had (ter)
  • make → made made (fazer/criar)
  • see → saw seen (ver)
  • take → took taken (pegar/levar)

Como estudá-los?
Muita gente trava nessa parte porque acha que precisa decorar uma lista gigante de uma vez. Mas a melhor estratégia não é decorar, e sim aprender de forma prática.

1. Aprenda por frequência (os mais usados primeiro)
Comece pelos verbos que mais aparecem em filmes, músicas e conversas. Eles vão se repetir naturalmente, o que acelera a memorização.

2. Aprenda com frases
Verbos soltos são difíceis de memorizar. Mas frases criam contexto e facilitam o aprendizado.
Exemplos:
  • I went to the mall. (Fui ao shopping.)
  • She had a great day. (Ela teve um dia ótimo.)
  • They made a mistake. (Eles cometeram um erro.)

3. Use revisão inteligente
Revisar é o segredo para não esquecer. Você pode revisar 5 verbos por dia, 10 por semana, e repetir em ciclos.

Conclusão
Verbos irregulares na Língua Inglesa são aqueles que não seguem a regra do -ed para formar o passado e o particípio. Eles parecem difíceis no começo, mas a chave está em aprender aos poucos, com prática, exemplos e repetição.
Com um método estruturado e contato frequente com o Inglês, os verbos irregulares deixam de ser um problema e passam a ser parte natural do seu vocabulário.

Adaptado de: https://fisk.com.br/blog/verbo-irregular-no-ingles-o-que-e. Acesso em: 10 mar. 2026. © 2026 Fisk. Todos os direitos reservados.

Monday, March 9, 2026

ESL WORKSHEET - Climate and weather

LESSON PLAN FOR ENGLISH TEACHERS
GLOBAL HEATWAVE CONTINUES


Jul. 27, 2018


Level: Intermediate (B1-B2)
Type of language: General English
Tags: Environment and Nature; Weather and Climate; Breaking News; Vocabulary Lesson; Article Based; 13-15 Years Old; 16-18 Years Old; 18+ Years Old
Publication date: 07/27/2018

In this lesson plan, students read about the heatwave creating chaos around the globe. There's a variety of activities for learners to practice key words and phrases, and to test their reading comprehension. Students discuss the worksheet topic at the end of the lesson.

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Adapted from: https://www.linguahouse.com/esl-lesson-plans/general-english/global-heatwave-continues. Accessed on March 9, 2026. LinguaHouse.com © 2008–2026. All rights reserved.

ESL WORKSHEET - The natural world

LESSON PLAN FOR ENGLISH TEACHERS
TALKING ABOUT THE NATURAL WORLD


Aug. 21, 2021


Level: Intermediate (B1-B2)
Type of language: General English
Tags: Environment and Nature; Weather and Climate; Speaking; 10-12 Years Old; 13-15 Years Old; 16-18 Years Old; 18+ Years Old
Publication date: 08/21/2021

This short worksheet presents a list of questions designed to get your students talking about the natural world.

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Adapted from: https://www.linguahouse.com/esl-lesson-plans/general-english/talking-about-the-natural-world. Accessed on March 9, 2026. LinguaHouse.com © 2008–2026. All rights reserved.

ESL WORKSHEET - Weather vocabulary

LESSON PLAN FOR ENGLISH TEACHERS
HOW’S THE WEATHER?


Nov. 17, 2020


Level: Elementary (A1-A2)
Type of language: General English
Tags: Weather and Climate; Present Tenses; Grammar Practice; Situation Based; 13-15 Years Old; 16-18 Years Old; 18+ Years Old
Publication date: 11/17/2020

Students define vocabulary relating to weather conditions and are introduced to present continuous forms. The lesson gives practice in listening and speaking, and there is a short optional extension activity related to talking about the weather. (by Stephanie Hirschman)

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AUDIO TRANSCRIPT

Ray: And now, it's time for the weather. Let’s go to Angela for an update. Angela, are you standing outside right now?
Angela: Yes, I am, Ray. I'm talking to you today from the south of the country, and we have some interesting weather here. Usually, at this time of year the weather is sunny and hot. But today it's raining, and the wind is blowing! If we look at the north, there’s another surprise. It’s often snowy and cold in the north. But today the sun is shining, and the temperature is 86 degrees! People are wearing T-shirts! Back to you, Ray.
Ray: I can’t believe it - what unusual weather! Thanks, Angela.

Adapted from: https://www.linguahouse.com/esl-lesson-plans/general-english/hows-the-weather. Accessed on March 9, 2026. LinguaHouse.com © 2008–2026. All rights reserved.

ESL WORKSHEET - Summer holiday activities

LESSON PLAN FOR ENGLISH TEACHERS
SUMMERTIME


Jan. 21, 2025


Level: Elementary (A1-A2)
Type of language: English for Kids
Tags: Travel and Leisure; Entertainment; Describing Places; Routines and Activities; Types of Holiday; Playing Games; Video; 7-9 Years Old
Publication date: 01/21/2025

The focus of this lesson is on listening and writing. Learners listen to or watch a video about summer holiday activities and complete the activities. Then they create a short text about their summer activities. The lesson concludes with a show and tell. (by Jeanette Corbett)

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VIDEO TRANSCRIPT

School is over! Summer is finally here. My family and I like to spend our time at the beach. My sister and I swim in the sea, collect seashells and build sandcastles. When the weather is too hot we sit under the beach umbrella and eat ice cream. Sometimes we ride a jet ski - it is so much fun! In the summer, my friends and I often play outdoors. We ride our bikes or play soccer. I often go to the camp in the summer. There are lots of activities to do there. We go hiking in the forest or go canoeing on the lake. We sleep in a tent and we cook our food on the fire. In the evening, when it is dark, we sit around the campfire, sing songs and tell stories. I love summertime!


Adapted from: https://www.linguahouse.com/esl-lesson-plans/english-for-kids/summertime. Accessed on March 9, 2026. LinguaHouse.com © 2008–2026. All rights reserved.

ENGLISH, memories, feelings

ENGLISH FOR BEGINNERS Memories are more than just memories… Memories carry more than what they seem. Ou, em uma tradução poética em portug...